that was the biggest fucking overreaction im laughing so hard
oh my GOD that is great. HAHAHAHA
Neymar.
(via cinnamonmachine)
Fonte: buzzfeed
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oh my GOD that is great. HAHAHAHA
Neymar.
(via cinnamonmachine)
Fonte: buzzfeed
Via @meninanaopode no Twitter.
Fonte: youngtietjens
Querida Feminista Cansada, vi isso no Facebook pela página Ativismo de Sofá e resolvi traduzir. ;)
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FeministaCansada: Obrigada, Kaliandra!
Página No sótão com Maya.
Exemplos de imagens terríveis de mulheres espancadas e ensanguentadas, permitidas pelo Facebook. (imagens fortes)
Entenda porque há uma carta aberta ao Facebook
Na aula nos deram folhas de papel e falaram pra escrevermos uma mensagem que queríamos que alguém do sexo oposto lesse.
A professora leu alguns exemplos.
As das meninas eram como: “Ei você pode por favor não me tratar como merda?”
As dos meninos eram: “Seu bronzeado falso é ridículo, eu detesto quando meninas usam maquiagem demais e não me provoque”
(traduzido)
(via thechocolatebrigade)
Fonte: chekhov
Esta é uma tradução, a original pode ser encontrada aqui
21 de maio, 2013
Uma carta aberta ao Facebook
Nós, abaixo assinadas, estamos escrevendo para exigir ação rápida, compreensiva e efetiva quanto à representação de estupro e violência doméstica no Facebook. Especificamente, que o Facebook tome três ações:
Para este fim, estamos chamando usuários do Facebook para entrar em contato com empresas cujos anúncios publicitários aparecem ao lado de conteúdo que tem mulheres como alvo de violência, para pedir a estas empresas que removam seus anúncios do Facebook até que vocês tomem as ações acima para banir discurso de ódio baseado em gênero no seu site. (Estaremos chamando a atenção disso e contactando as empresas anunciantes no Twitter usando a hashtag #FBrape.)
exemplo (cuidado, imagens fortes)
Especificamente, estamos nos referindo a grupos, páginas e imagens que explicitamente apoiam ou encorajam estupro ou violência doméstica, ou sugerem que é algo para se rir ou se orgulhar. Páginas atualmente no Facebook incluem Fly Kicking Sluts in the Uterus (Chutando vadias no útero)Kicking your Girlfriend in the Fanny because she won’t make you a Sandwich (Chutando sua namorada na vagina porque ela não quer fazer um sanduíche pra você), Violently Raping Your Friend Just for Laughs (Estuprando violentamente sua amiga só pra rir) Raping your Girlfriend (Estuprando sua namorada) e muitas, muitas, muitas outras. Imagens que aparecem no Facebook incluem fotografias de mulheres espancadas, machucadas, amarradas, drogadas e sangrando, com frases como “Essa puta não sabia a hora de calar a boca” e “Na próxima vez, não engravide”.
Estas páginas e imagens são aprovadas pelos seus moderadores, enquanto vocês regularmente removem conteúdo como fotos de mulheres amamentando, mulheres pós-mastectomia e representações artísticas de corpos femininos. Além disso, discurso político de mulheres, envolvendo o uso de seus corpos de maneira não-sexualizada como protesto, é regularmente banido como pornográfico, enquanto conteúdo realmente pornográfico - proibido pelas suas regras - permanece.
O que parece é que o Facebook considera violência contra mulheres menos ofensivo do que imagens não-violentas de corpos de mulheres, e que a única representação aceitável de nudez feminina sejam aquelas em que as mulheres aparecem como objetos sexuais ou vítimas de abuso. Sua prática comum de permitir esse conteúdo pelo apêndice do termo [humor] ao conteúdo literalmente trata violência contra mulheres como uma piada.
A estimativa global mais recente da campanha da ONU ‘Diga não à violência’ é que a percentagem de mulheres e meninas que são vítimas de violência durante duas vidas está agora em insuportáveis 70%. Em um mundo em que esta quantidade de mulheres e meninas serão estupradas ou espancadas em algum ponto de suas vidas, permitir que conteúdo sobre espancar ou estuprar mulheres seja distribuído, usado como troféu ou piada contribui para a normalização de violência doméstica e sexual, cria uma atmosfera onde agressores têm a certeza de que não serão punidos, e comunica às vítimas que não serão levadas a sério se denunciarem.
Segundo uma pesquisa no Reino Unido, uma em cada cinco pessoas acreditam que é aceitável em algumas circunstâncias que um homem bata em sua esposa ou namorada por ela estar vestida com roupas sexy ou reveladoras em público. E 36% acreditam que uma mulher deveria ser total ou parcialmente responsável por ter sido estuprada ou assediada sexualmente enquanto está bêbada. Estas atitudes são formadas em parte pela enorme influência das redes sociais como o Facebook, e contribuem para a culpabilização da vítima e normalização da violência contra mulheres.
Apesar de o Facebook alegar, em uma defesa com uma definição muito imitada da liberdade de expressão, que não se envolve em desafiar as normas ou censurar o discurso de pessoas, vocês têm procedimentos, termos de uso e normas da comunidade, que interpretam e praticam. O Facebook proíbe discurso de ódio e seus moderadores lidam com conteúdo que é violentamente racista, islamofóbico e anti-semita todos os dias. Sua recusa em tratar discurso de ódio baseado em gênero da mesma forma marginaliza mulheres e meninas, ignora suas vivências e preocupações, e contribui para a violência contra elas. O Facebook é uma rede social enorme, com mais de um bilhão de usuários, de forma que seu site influencia grandemente a modulação de normas e comportamentos sociais e culturais.
A resposta do Facebook para as milhares de reclamações e chamados para lidar com estas questões têm sido inadequada. Vocês falharam ao não fazerem um comunicado público sobre estas questões, não responderem a usuários e não implementarem políticas que resolveriam a situação. Vocês também agiram de forma inconsistente na sua política de banir imagens, em muitos casos se recusando a remover imagens de estupro e violência doméstica quando isso tinha sido denunciado por membros do público, mas deletando-as assim que jornalistas as mencionaram em artigos, o que mostra que vocês estão mais preocupados com agir pra defender sua própria reputação do que efetivar uma mudança sistêmica, e tomar uma posição pública clara contra a perigosa tolerância ao estupro e violência doméstica.
Em um mundo em que centenas de milhares de mulheres são diariamente assediadas e estupradas, e onde a violência de parceiros íntimos permanece como uma das principais causas de mortes de mulheres em todo o mundo, não é mais possível ficar em cima do muro. Chamamos o Facebook para que toma única decisão responsável e assuma ações rápidas e claras sobre o assunto, para alinhar sua política sobre estupro e violência doméstica com seus objetivos de moderação e regras da comunidade.
Sinceramente, as abaixo assinadas
Vai no site http://guiaerogeno.com.br/, a dona é a Jarid Arraes, uma feminista maravilhosa. Segue ela no twitter também -> https://twitter.com/jaridarraes
Nesse post que originou sua dúvida, a afirmação “já foi transexual” é simplesmente errada. Lea T é uma mulher transexual, ela não foi.
Falar que as pessoas são transexuais não é ofensivo, mas é sim irrelevante em muitos casos. Pessoas trans* estão sempre sendo descritas EM DETALHES na mídia sobre seus corpos, nome inicial na carteira de identidade, sobre ter feito cirurgia ou não, sua genitália, etc etc etc, não interessa qual seja a notícia.
Tem inclusive uma sátira deste tratamento, o blog http://portalcisbrasil.tumblr.com/, que reproduz notícias de celebridades cis famosas, descevendo-as do mesmo jeito que a mídia descreve pessoas trans*.
consertei! Original aqui!
Nós temos que conscientemente estudar como sermos mais delicados uns com os outros até que isso se torne um hábito.
Tudo joinha. Basicamente, as lutas feministas jamais vão limitar suas liberdades individuais. Tudo o que você quiser fazer com seu próprio corpo é da sua conta e de mais ninguém.
Vamos discutir, sim, as pressões sociais, o contexto histórico e os padrões de beleza que levam as pessoas a fazerem cirurgias plásticas, mas isso não significa uma demonização das pessoas que fazem estes procedimentos. Então seja bem vinda, naturébis ou siliconada. A gente te ama de todo jeito.